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sábado, 24 de agosto de 2019

Uma Nova Visão de Mundo
3ª Edição
Resgatando valores!
AS TRÊS PERGUNTAS DE CARLOS MAGNO

Consta e que ficou registrado nos anais da história, a sagacidade de um jardineiro; homem simples, porém muito inteligente; mas que sua sagacidade ficou obscurecida, ofuscada pela importância que o Imperador CARLOS MAGNO tinha...

De viagem para Itália, o imperador Carlos Magno visitou, certa vez, o abade de São Gall, contra quem havia queixas. A fim de destituí-lo, fez-lhe o imperador três perguntas, cujas respostas deveriam ser dadas por ocasião da viagem de volta. As perguntas eram:
1ª) quantos são os meus fios de cabelo?
2ª) quanto valho em dinheiro?
3ª) em que estarei pensando, quando aqui estiver de novo?

Diante de tamanha dificuldade, o pobre abade foi-se abatendo, entristecendo, sem encontrar nenhuma solução. No entanto, o seu jardineiro, homem sagaz, teve um plano. Para tanto, de acordo com seu amo, vestiu-se com seus trajes de abade e aguardou o imperador.

Carlos Magno não se deu logo pela substituição e repetiu as três perguntas. Respondeu-lhe o falso abade à primeira pergunta:

- "Vossa Majestade possui "tantos" milhões de fios de cabelo; se duvidar do meu cálculo, é bom contar".

Como segunda resposta, falou o astuto jardineiro:

- "V. Majestade vale 29 dinheiros, porque Jesus Cristo valeu 30".

E, finalmente, à terceira:

- "V. Majestade está pensando que eu sou o abade, mas não passo de um jardineiro".

Carlos Magno não pôde refutar as respostas e teve que manter o abade em seu posto. (Retirado do livro de História Antiga e Medieval de Tabajara Pedroso).

As palavras sem convites!

Bom! Certa vez fui a uma Joalheria e Relojoaria, para consertar meus óculos e presenciei uma cena, no mínimo inusitada e intrigante, mas digo que, “muito interessante” e que nos faz repensar nossos valores. Vou narrar para vocês...

Estava eu há ser atendido, quando percebi uma conversa que me intrigou, não tinha como não me chamar atenção, aquela conversa!

Cliente: Gostaria de poder vender esta joia, é uma joia exótica e de ouro 18 quilates, foi de minha avó e daí passou para meu pai e depois pra mim...

Dono da Loja: Após ter avaliado sua pureza disse: Pago R$ 1500,00 (Um Mil e Quinhentos Reais)

Cliente: Mas o que você quer me pagar, representa menos de um terço de seu valor. O que significa dizer, que esta joia valeria no mínimo R$ 5.500,00 (Cinco Mil e Quinhentos Reais).

Dono da Loja: Mas é o que posso pagar por ela.

Cliente: Veja bem! Além de ser uma joia rara e exótica, ela foi de minha avó é de grande estima, não só para mim mas para toda a família, infelizmente tenho que me desfazer dela,

Dono da Loja: Com todo o respeito por você e toda sua família e principalmente por sua avó; mas ela é sua avó e não minha...!

E foi assim, que as palavras entraram sem serem convidadas!

Sabem o que mais me impressiona nisto tudo!

Eu não creio que o dono da loja quis ofender o cliente, mas ofendeu! Foi insensível a dor do cliente por ter que se desfazer de uma joia que de certa forma representava sua família e seus valores. Mas também temos que entender que ele estava certo, o fato de ela, a joia, ter sido da avó
do cliente é irrelevante para os negócios, não vai aumentar seu valor, não agrega valor algum; a exceção se dar pelo fato de ela ser exótica e de uma raridade extrema, por ter sido encomendada especialmente para aquela senhora a qual está tendo negligenciado; seus valores...

É impressionante como as vezes não nos damos conta que infringimos a moral e a responsabilidade com nossas atitudes e muitas vezes com o que dizemos. Infelizmente desta forma, infligimos angustia, dor e aflição a quem já esta de certa forma, constrangido por ter que se desfazer muitas vezes, de algo que é de valor inestimável...

Repensar nossos valores,
tem haver com empatia!

Bom, desta  forma, percebemos que a empatia no mínimo,
deve nos fazer repensar valores, como por exemplo,
respeito, sabedoria e, tudo àquilo que envolve a Moral e a Ética!


Claro que a empatia, não poderá jamais moldar a essência do comércio, este, por sua própria natureza, tem sua essência bem definida e não poderá jamais ser alterada, pois perderia sua característica comercial!

É justamente no âmago desta questão, que surgem os conceitos de valores! Sem dar valor a tudo quanto queremos, e da forma como queremos! Ao menos o valor ao qual gostaríamos de dar!
Não como algo subjetivo, mas objetivo! Desta forma o valor de algo, depende muito de quem precisa deste algo e, de o quanto este algo representa, para esta pessoa!

Percebam, por exemplo, que, quem tem o “sangue dourado”, este para ele, é seu bem mais valioso, tendo em vista que ele é tão raro, que de acordo com a Revista, Mosaic Science, até 2010, apenas 43 pessoas estavam listadas com este tipo sanguíneo em todo o mundo!

Devido um capricho da natureza, no “sangue dourado”, todos os antígenos estão ausentes. Por esta razão, ele é denominado “sangue nulo”.

Um verdadeiro, “Sangue Real”!
Com a desvantagem de que, ele só poderá receber sangue, dos outros 42 restantes!

Creio que quem possui este tipo sanguíneo, vive um dilema constante, e quando eu precisar de uma transfusão de sangue”!?

Por isto mesmo, por sua raridade, eles são instruídos a constantemente reforçarem, abastecerem uma base de sangue com seu tipo sanguíneo!
___Link Filmes3Anuncie Aqui! ___Link Filmes3Rogério Silva
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domingo, 24 de fevereiro de 2019


REVISTA 'O Despertar'
1ª Edição

Uma Nova Visão de Mundo!
A Chave Para o Sucesso!









Amados! Apreciem...!


De, Norton Juster: “Tudo depende, de como você ver as coisas”!

Norton Juster é arquiteto e nasceu em 1929, em Nova York. Seus vários livros para o público infanto-juvenil foram saudados com grande entusiasmo pela crítica americana. Juster também é cozinheiro amador e comilão profissional. Atualmente vive com a esposa em Amherst, Massachusetts.

Resumo geral:

“Tudo depende de como você vê as coisas” do escritor, Norton Juster...
Só porque não via graça em coisa nenhuma, Milo acaba fazendo uma viagem durante a qual não passa por nenhum lugar-comum. Ele conhece, por exemplo, uma cidade cuja economia se baseia na produção e no comércio de palavras. Conhece a Doce Rima e a Razão Pura. Cruza com personagens um tanto desagradáveis: a Dúvida Atroz, a Desculpa Esfarrapada... Tem contato com uma figurinha cuja família é especializada em pontos de vista: "Meu pai prevê as coisas, minha mãe revê as coisas, meu irmão entrevê as coisas, meu tio vê o outro lado de todas as coisas e minha irmã Alice, vê o que existe por debaixo das coisas". Nessa história em que o arquiteto Norton Juster usa jogos de palavra para mudar as ideias de lugar, Milo, o garoto entediado, não tem como não ver as coisas de outra maneira. Título Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 1999, categoria tradução/jovem...

Amados! Sem considerarmos aqui a questão lúdica da coisa toda, e, muito menos a questão do livro do Norton Juster, muito embora, considerando a falta de qualidade dos livros que se tem apresentado pelo MEC, nos últimos anos e, da irresponsabilidade de alguns, que deveria priorizar e preservar a boa educação, este livro é sim um tesouro a ser resgatado! Mas, pegando carona com o título e, sim, isto é uma realidade que tenho visto, pois gosto muito de ler, participar de eventos, palestras, seminários, etc. e muitas vezes me deparo com algumas coisas que aparentemente, não tem problema algum! Mas, “aparentemente” amados!


Por exemplo, sempre confundimos, trocamos, ou simplesmente, não percebemos o quanto banalizamos determinadas coisas, ou banalmente, não atentamos para o verdadeiro sentido conceitual de algumas palavras e, por isto, as usamos inadvertidamente, erradas e, desta forma, deturpamos e, banalizamos todo o contexto da qual a empregamos. Mudando-o por sinal, o que é o maior perigo gramaticalmente falando e, constitui-se um crime, contra nossa língua portuguesa, ou seja, é um dos crimes, que se pode cometer na língua portuguesa! E, não estou falando de, vez por outra, errarmos uma coisinha aqui e outra ali, e que já é muita coisa ruim junta, ou mesmo separada, que seja, mas sim, de um erro que muda todas as nossas perspectivas sobre determinado contexto!

Por exemplo! Palavras como:

Sim” e “Não”, “Comum” e “Normal”, “Avaliar”, “Reavaliar” e “Aceitar”, que nem sempre condiz com uma mudança de opinião ou convicção! Posso avaliar algo e até aceitar como verdadeiro, mas posso discordar e não mudar minhas convicções de acordo com aquela verdade, mas tendo, ou seja, estando convicto que esta ideia, este algo, é verdadeiro; muito embora, isto me pareça muito mais que loucura. Seria sim, uma irresponsabilidade, não mudarmos nossas convicções ou visão, baseados em uma verdade e, isto, com certeza, nos trará más consequências!


Vamos vê-las em uso!

É “normal” vermos as pessoas se digladiando por causa de uma disputa de terra!

ERRADO! É “comum”, devido sempre presenciarmos, um fato ou outro desta natureza; vez por outra, mas, “normal”, jamais! Ou seja, conforme as normas, jamais! Que normas dar margem, para que isto ocorra!? Nem as normas gramaticais nos dar margem para isto! Não existe, mas sim, existem normas que nos orientam como devemos proceder legalmente, seja na gramática, seja na vida, e, em sociedade e, mais uma vez, é comum vermos as pessoas querendo, criando suas próprias normas e tendo suas próprias convicções...! Nada errado com isto, contando que se tenha no mínimo, coerência com normas preestabelecidas, para que não passemos a criar nossas próprias regras, dando margem aquele ditado popular que nos diz: “cada cabeça, é um mundo” e cada mundo com suas regras, ou seja, insano!


Amados! “DEUS” criou o mundo, portanto, seu mundo, suas regras!


Gênesis 26:5 - “porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou ‘o meu mandado’, ‘os meus preceitos’, ‘os meus estatutos’ e ‘as minhas leis’.”...


Uma abraço, fiquem com “DEUS” e até a próxima edição amados!


Rogério Silva
IEADERN: 042574, 26.07.2005
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